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Prévia da inflação oficial fecha o ano no menor valor desde 1998

Prévia da inflação oficial fecha o ano no menor valor desde 1998

Custo de vida do brasileiro foi influenciado principalmente pela queda dos preços dos alimentos. Medidas que reorganizaram a economia foram determinantes.

Depois de medidas adotadas pelo Governo do Brasil que reorganizaram a economia, a inflação deu trégua para o consumidor. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), considerado como prévia do indicador oficial, terminou o ano em 2,94% – valor o mais baixo desde 1998. O dado é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foi divulgado nesta quinta-feira (21).

Essa inflação mais baixa se explica, principalmente, pela queda dos preços dos alimentos, que registraram queda de 2,15% no ano. O preço que mais caiu no ano foi o do feijão carioca, considerado um produtos mais consumidos pelas famílias brasileiras. Segundo o IBGE, o produto ficou 47,39% mais em conta em 2017. Isso quer dizer que se um saco de feijão custava R$ 5 no início do ano, o preço dele caiu para R$ 2,63.

O arroz, outro item indispensável na mesa das famílias, caiu 10,32% no mês. A lista de itens importantes segue com frango inteiro (-9,46%) e alcatra (-5,38%). Outros produtos também ficaram mais baratos influenciados pela supersafra de grãos, que impactou de maneira favorável todos os preços para os consumidores.

Preços mais baixos em todas as capitais

Entre as capitais pesquisadas pelo IBGE, a menor inflação foi a de Belém (1,47%). A mais alta foi a de Brasília, que ficou em 3,74%. Os números mostram, no entanto, que independentemente da cidade, a situação ficou favorável para os consumidores. Em todas as capitais o IPCA-15 ficou abaixo do centro da meta de inflação de 4,5% ao ano.


Fonte: Governo do Brasil, com informações do IBGE

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