O “script” da tendência anunciada segue sendo cumprido. Juros em alta, dólar em alta e perspectivas de crescimento do PIB cada vez mais baixo, para o que passa a contribuir também a debacle da atividade da nossa parceira China

O Copom foi previsível e ajustou em mais 0,5% a taxa Selic passando-a a 8,50%, mas certamente, não será esta a última elevação no ano. É bastante provável que tenhamos mais 0,75% a 1,0% para poder domar a inflação dentro do teto máximo da meta inflacionária do governo. O comunicado pós-reunião ratifica as expectativas de […]