BC/COPOM “independente” sem ousadia e atitude é mais do mesmo!
Há uma clara dicotomia entre o discurso que os membros do BC/COPOM entusiasticamente propagam no período entre as suas reuniões e as decisões que adotam nos moldes repetitivos ancorados em razões, e sempre há muitas por parte dos economistas, para justificá-las, visto que não respondem pelo “erro” e quem é penalizado é o pais e […]
A hora do BC/COPOM independente enfrentando, de forma incisiva, a inflação!
O contexto brasileiro sugere que o BC/COPOM em sua próxima decisão surpreenda o mercado financeiro, assumindo que o caos aguardado chegou e que lhe cabe a obrigação de tentar atenuar o quadro caótico a que o país foi levado e agir com firmeza pouco contumaz, e até ao “arrepio” das projeções do nosso mercado financeiro, […]
Setembro desafiador após agosto negativo. perspectivas não projetam melhoras!
Se agosto confirmou ser o mês do desgosto, não há fatores que sugiram um setembro melhor, afinal as perspectivas só projetam pioras e tensões maiores no campo político, econômico e fiscal. O mundo não vai tão bem quanto parecia, há ainda problemas com geração de empregos e a ameaça de um rebote da pandemia, agora […]
Desvio de atenção para Wall Street atenua percepção riscos no Brasil! novo risco?
Nosso mercado financeiro navega no “oceano” e “bons ventos” de Wall Street e Fed americano, e, com isto procura mitigar a percepção imediata sobre o que acontece por aqui no nosso Brasil, e que impactará com mudanças drásticas de expectativas que já ocorrem com intensa rapidez, na medida em que fica evidente a “incontrolável” alta […]
“Apaguem uma lâmpada”, de cada vez, a crise hídrica/energética chegou para ficar!
Embora ainda contemporizada e enfatizada somente com aumento exponencial das tarifas, o fato concreto é que a crise hídrica/energética já é uma dura e nefasta realidade no país. E com ela, vêm de imediato os impactos inflacionários e a absoluta necessidade de revisão das projeções acerca da retomada da atividade econômica do país, o crescimento […]
Movimentos abruptos dos ativos no mercado evidenciam insustentabilidade presente!
Comportamentos dos preços e índices dos ativos no nosso mercado financeiro, como os de 3ª feira última e revertidos parcialmente ontem ao início dos negócios para posteriormente recuperarem-se com os “bons ventos” externos e não próprios, com fundamentos locais em “palavras e afirmações” desta ou daquela autoridade evidenciam quanto são frágeis para que indiquem […]
‘Revisão do risco Brasil’ potencializa visualização de inflação com dois dígitos!
O mercado financeiro já tem a percepção de que “tudo vai de mal para pior”, embora ainda expresse posturas públicas comedidas, em especial nas medianas do Boletim Focus. A realidade da economia brasileira, anteriormente coberta por uma série de colocações que anuviavam sua condição para melhor, a despeito das percepções mais assertivas contrárias que sinalizavam […]
Mercado financeiro global com multivetores de influência e não menos no Brasil!
Incertezas, dúvidas e ausência de perspectivas seguras provocam mutações de comportamento no preço dos ativos do mercado financeiro, face à impossibilidade de vislumbrarem-se tendências sustentáveis. Nas economias líderes do mundo, a China sinaliza desaceleração nas atividades da indústria e comércio, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos registram queda nas vendas no varejo de […]
Tensões políticas internas e as incertezas fiscais inibem apreciação do real!
A incessante fustigação do Presidente aos poderes constituídos do país e os riscos fiscais no horizonte com os impactos presumíveis nas contas públicas consequentes da proposta da emenda à Constituição dos precatórios e pela criação do programa social que objetiva substituir o Bolsa Família, provocam repercussões desalentadoras, em especial ao mercado financeiro e contém o […]
Realidade inibe ruído político, ata do COPOM forte, exterior calmo, dólar cede!
A Ata da mais recente reunião do BC/COPOM tenta resgatar a postura da decisão do órgão estar atrás da curva, visto que a elevação do juro decidida mostra-se aquém das perspectivas inflacionárias, e então, trás uma mensagem clara e objetiva de que será mais assertiva e incisiva na próxima reunião, buscando assim afetar as expectativas […]
