O dólar comercial fechou a terça-feira com ganhos, influenciado pelo cenário externo. A moeda norte-americana valorizou 1,30%, cotada a R$ 2,254 na compra e R$ 2,256 na venda. De acordo com Sidnei Moura Nehme, economista da NGO, montadas e realizadas as operações no exterior, o estimulo à apreciação do real passa a ser a ação seguinte para otimizar o ganho da variação cambial agregando-a ao ganho do juro.
O dólar comercial fechou a terça-feira com ganhos, influenciado pelo cenário externo. A moeda norte-americana valorizou 1,30%, cotada a R$ 2,254 na compra e R$ 2,256 na venda.
De acordo com Sidnei Moura Nehme, economista da NGO, montadas e realizadas as operações no exterior, o estimulo à apreciação do real passa a ser a ação seguinte para otimizar o ganho da variação cambial agregando-a ao ganho do juro. Isto, se correto o raciocínio, não representará melhora do fluxo de recursos para o país, já que ficam no exterior, por aqui somente teremos os reflexos na formação do preço. Favorece os que estão “vendidos” por aqui, no caso, os boletins da BM&FBovespa indicam que são os bancos, mas não quer dizer que sejam os agentes deste movimento, que ocorre a partir do exterior.
Entre os dados globais ganharam destaque, o índice ZEW sobre as expectativas de evolução da conjuntura da Alemanha atingiu os 36,3 pontos em julho, registrando uma queda em relação aos 38,5 registrados em junho, segundo revelou hoje, o Instituto de pesquisas Zentrum für Europaische Wirtschaftsforschung (Zew), que mede a confiança na economia alemã entre os analistas financeiros e investidores institucionais.
Para finalizar, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos revelou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,5% em junho na comparação com maio, um resultado provocado pelo aumento nos preços da gasolina, informou o Departamento do Trabalho.
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Fonte: Jornal do Brasil Link: http://migre.me/fv877 Autor: Investimentos e Notícias Data de publicação: 16/07/2013 |

