Bolsa sobe 1,26% e tem terceiro dia seguido de alta; dólar vai a R$ 5,370

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira, fechou em alta hoje (3). O índice subiu 1,26% aos 119.724,72 pontos, na terceira alta consecutiva.

As ações do BTG lideraram os ganhos na Bolsa, com 7,73% de alta. Na outra ponta, os papéis da Totvs caíram 2,31%.

Ontem (2), o índice subiu 0,61% aos 118.233,81 pontos. A sequência de três altas ocorre logo após a Bolsa ter registrado uma queda de 3,21% na última sexta (29).

Já o dólar comercial fechou hoje (3) em alta de 0,29% ante o real, cotado a R$ 5,370 na venda, depois de dois dias de queda.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Ontem (2), a moeda norte-americana teve queda de 1,74% ante o real, cotado a R$ 5,355 na venda.

O mercado segue com expectativas sobre mais estímulos e sinais sobre a recuperação em economias como os EUA, enquanto o ritmo de vacinação em alguns países está aquém do desejado.

Nos EUA, os democratas no Congresso dos Estados Unidos deram na terça-feira os primeiros passos em direção a um plano de ajuda em resposta ao coronavírus proposto pelo presidente Joe Biden de US$ 1,9 trilhão sem apoio republicano.

Já no Brasil, desdobramentos políticos colaboraram para a forte valorização do real na terça-feira, depois que Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) venceram as eleições para as presidências da Câmara e do Senado, respectivamente, elevando perspectivas de retomada da agenda de reformas do governo de Jair Bolsonaro.

"Tivemos uma eleição totalmente alinhada com o governo, e o mercado teve uma leitura de que isso pode facilitar aprovações" de propostas do Executivo, explicou Mauro Morelli, estrategista da Davos Investimentos à Reuters, citando esperanças de que haja soluções mais fáceis para problemas que há tempos incomodam os mercados, como os níveis recordes da dívida pública e os temores de desrespeito à meta de gastos em 2021.

Mas, apesar do alívio momentâneo com as perspectivas de melhor ritmo no Congresso, o cenário doméstico continua apresentando riscos e incertezas.

"O fato é que a pandemia continua sendo uma incógnita para a dinâmica da retomada da atividade econômica no país, e a vacinação se desenvolve em ritmo aquém das expectativas, e este problema suga 'energias' do país", escreveu Sidnei Nehme, economista e diretor executivo da NGO Corretora à Reuters.

"Isto compromete as expectativas, e a renovação nas presidências do Congresso enseja expectativas muito imediatas a respeito, que (...), se não se confirmarem, podem causar desalento."

Outros fatores eram apontados como relevantes para a dinâmica cambial no curto prazo, com a expectativa de alta da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central (BC) ainda no primeiro semestre deste ano devendo ajudar na valorização da moeda brasileira.

ngo na midia exame new Fonte: UOL Economia
Autor: Redação
Link: economia.uol.com.br//dolar-bolsa-fecha
Data de publicação: 03/02/2021

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