Cenário exige que o papel das instituições financeiras seja revisto, em especial das Corretoras de Câmbio

No atual cenário em que corretoras de câmbio são li­qui­dadas extrajudicialmente pelo Banco Central por ocorrerem em ocultação de bens e valores e lavagem de dinheiro, torna-se visível e latente a discussão do efetivo papel das instituições financeiras em especial as Sociedades Corretoras de Câmbio em detrimento de suas atribuições, competências e responsabilidades.

O diretor da NGO Corretora de Câmbio, Sidnei Nehme, em fevereiro de 2014 já havia proposto o desafio de repensar na atuação das instituições, ainda que seja necessário retroagir nas concessões já ofertadas.


As concessões talvez devam ser revistas para reorganizar as instituições no mercado. É tempo para reflexões e ajustes imprescindíveis”
Sidnei Moura Nehme

Analisar a importância desta discussão não é assunto novo nas pautas destacadas pelo diretor da NGO, que procura sempre trazer temas que visam o repensar do papel das instituições financeiras, destacando a necessidade de que as empresas se assegurem de ter como parceira uma instituição, que tenha credibilidade e tempo de mercado, além de ser imprescindível a transparência nas operações.

Sidnei Nehme escreveu em fevereiro de 2014, antes do assunto entrar em evidência na mídia, so­bre a importância que as instituições passaram, com a sofisticação gradual e complexidade das transações cambiais, a ter vasta abertura para se tornarem, antes, assessoras técnicas dos seus clientes e na ponta final então corretores de câmbio.

Confira o texto “Sociedades Corretoras de Câmbio - uma abordagem para reflexão” na íntegra para ver a abordagem que já foi antevista pelo diretor da NGO e que nunca foi tão atual.

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