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Mercado convive com riscos relevantes mantendo o estado de otimismo. Temerário!

Num ambiente “sem medo de ser feliz” o mercado brasileiro preserva um estado de otimismo que, praticamente, neutraliza a percepção mais aguda dos riscos prospectivos.

Um tipo de “faz de conta” que poderá ter consequências, visto que o contexto da questão fiscal e do aquecimento das disputas em torno da sucessão presidencial, ainda muito incipiente devido a ausência de candidatos efetivamente viáveis e até pela ausência do vislumbre de quais ou qual poderá avalizar perspectiva melhor pa…

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Economia e projeções ignoram perspectiva do cenário político e séria crise fiscal

O otimismo que conduz o mercado brasileiro ao “padrão Wall Street”, visto que está mais atento ao que ocorre lá do que por aqui, que assim encobre a nebulosidade presente na perspectiva para os próximos 3 trimestres no Brasil, pode determinar agravamento de riscos que precisariam ser minimizados no presente com maior cautela e precaução.

Os riscos externos estão presentes com o ritmo da economia das maiores potenciais sugerindo medidas de retração a excessiva liquidez presente nos merc…

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Volatilidade deve perdurar e criar viés de baixa no Brasil. Há razões adicionais

Poderá ser gradual visto ser conveniente que não seja precipitado um “sell off” focando realização de lucros, até porque cada mercado de per si ao largo do mundo tem razões próprias, embora haja reconhecidamente uma supremacia do comportamento de Wall Street.

O mundo vive momento tenso, embora com os mercados principais como americano, europeu e japonês em franca recuperação de suas economias, porém sabidamente alavancados com a exuberante liquidez predominante a partir de ações dos se…

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Volatilidade é tendência efetiva. Não faltam motivos. Crise fiscal no foco Brasil

A volatilidade nos mercados globais parece ter chegado para ficar face às mais diversas causas e motivos.

Ora é o FED e as suas perspectivas de mudanças na política monetária, que sugerem impactos globais. Ora é o receio de tenha início a contração da exuberante liquidez do mercado internacional, que acaba por neutralizar análises mais rigorosas dos riscos,  pois ocorrem oportunidades de ganhos muito interessantes. E assim vai indo, dia após dia.

Agora a “bola da vez” é a guerra c…

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Mercado abre com sintoma de “chapa branca”. Há motivos. Volatilidade é tendência

A intensidade da queda do preço do dólar ao início dos negócios hoje chamou a atenção e não ficaram claras as razões e motivos quando sequer ainda havia volume negociado. Por outro lado, a BOVESPA também embarcou na sinalização do mercado futuro americano e empinou logo na abertura uma alta maior do que os indicativos externos.

A possibilidade de guerra comercial e até mesmo cambial foram atenuadas, mas não superadas, tendo o Presidente Trump aberto a possibilidade de exceção em relaçã…

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